Justiça encerra ação de Bruno contra a Meta após retorno à prisão
Uma decisão da Justiça do Rio de Janeiro encerrou, sem análise do mérito, a ação movida pelo ex-goleiro Bruno Fernandes contra a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram. O processo estava relacionado a alegações de problemas de visibilidade em seu perfil profissional no Instagram.
Segundo a ação, a conta continuava ativa, mas estaria apresentando dificuldades para ser encontrada por usuários no Brasil, o que teria causado impactos em sua presença digital. No entanto, o caso foi encerrado por uma questão processual após a prisão de Bruno, ocorrida em maio deste ano.
De acordo com a legislação dos Juizados Especiais Cíveis, pessoas que se encontram sob custódia do Estado não podem atuar como autoras em processos que seguem esse rito, já que as audiências exigem a participação presencial das partes. Antes da decisão, Bruno chegou a solicitar autorização para participar de forma virtual, mas os pedidos não foram aceitos.
A extinção do processo não representa uma decisão sobre as alegações apresentadas contra a Meta. Isso significa que o ex-goleiro ainda poderá buscar a Justiça para discutir o assunto em outra esfera judicial, caso decida dar continuidade à disputa.
O caso voltou a ganhar repercussão após a prisão de Bruno por descumprimento das condições estabelecidas para a manutenção de sua liberdade condicional. Desde então, o episódio tem gerado comentários e debates nas redes sociais sobre os desdobramentos jurídicos envolvendo o ex-atleta.
E você, acredita que as plataformas digitais deveriam oferecer mais transparência quando perfis relatam problemas de alcance e visibilidade?
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